Muhammad Ibn Abdullah nasceu em Meca, no ano 570 d.C. (o Ano do Elefante), pertencente ao nobre clã dos Banu Hashim, da tribo dos Quraish. Ficou órfão cedo — perdeu o pai antes de nascer e a mãe aos 6 anos — sendo criado pelo avô Abd Al-Muttalib e depois pelo tio Abu Talib.
Desde jovem, foi conhecido entre os mecanos como Al-Amin (O Honesto) e Al-Sadiq (O Verdadeiro) — por sua reputação impecável de integridade e trustworthiness.
Aos 40 anos, no ano 610 d.C., recebeu a primeira revelação do Alcorão do Anjo Jibreel (Gabriel) na Caverna de Hira, sendo designado pelo próprio Allah como o último Profeta e Mensageiro para toda a humanidade.
Por 23 anos, dedicou sua vida a transmitir a mensagem do Islam, enfrentando perseguições, exílios e guerras — mas nunca abandonando sua missão. Morreu em Medina, em 632 d.C., tendo completado a revelação do Alcorão e estabelecido o Estado islâmico.
Era profundamente compassivo com todos — crianças, mulheres, idosos, animais e até seus inimigos. O Alcorão o descreve como "misericórdia para os mundos" (21:107).
Nunca proferiu uma mentira em toda sua vida. Mesmo seus adversários reconheciam sua honestidade absoluta e integridade moral impecável.
Aboliu o racismo, a opressão e a desigualdade social. Declarou que "o árabe não é superior ao não-árabe, exceto pela piedade." (Hadith — Sahih)
"Fui enviado apenas para aperfeiçoar os belos caracteres."